Artigo | Grito de liberdade 🗽

A queda de Maduro foi a captura de um facínora de alta periculosidade e um grito incontido de liberdade de um povo aprisionado por mais de duas décadas

Na madrugada deste sábado acordamos com a notícia de que o governo norte-americano, liderado por Trump, capturou Maduro e o levou para território norte-americano.
Independentemente das narrativas que estão sendo produzidas, é importante que saibamos o que realmente aconteceu nesta madrugada.

Em primeiro lugar, imperioso saber quem é Maduro e o que ele representava:
Maduro era um braço do chavismo que arruinou a Venezuela invertendo a lógica de que o poder politico deve servir aos cidadãos e não estes serem subjugados por tal poder.

Destruir economicamente o país é uma das etapas a serem cumpridas para dominar o cidadão, colocando-o como dependente de bolsas e outros mecanismos de subjugação. Isso foi posto em prática, como comprova o fato de que mais de 60% da população depende do governo para se alimentar.

Além disso, Maduro mostrou-se um usurpador do poder quando fraudou o processo eleitoral e pela força do poder militar se manteve ilegalmente e ilegitimamente no poder.
Some-se a isso o fato de financiar e comandar grupos terroristas, inclusive exportando-os para outros países, como se comprova com a atuação do “tren de aragua” em território norte-americano e noutros países.

A fonte do financiamento é o tráfico de drogas que, além de gerar recursos financeiros, serve para entorpecer gerações, transformando-os em zumbis incapazes de exercer a própria defesa e retirando-lhes a condição de cidadãos.

O somatório de tudo isso revela a faceta asquerosa de uma ditadura representada por Maduro que oprimia o povo venezuelano.

Resumindo: a captura de Maduro é um ato de defesa contra o terrorismo, o tráfico de drogas, a infiltração de criminosos em territórios estrangeiros e, principalmente, a libertação do povo venezuelano aprisionado por uma quadrilha de alta periculosidade fantasiada de governo.

É óbvio que vão tentar enganar as pessoas com narrativas falaciosas, para desviar o foco da questão, com citações de interesses econômicos, intervenção militar em território estrangeiro etc, além das falácias de que “não se pode ter intervenção estrangeira por ferir a soberania do país”.

Ora, não se trata de intervenção militar, mas captura de um bandido. Isso não afronta os países, porque a soberania de um país pertence ao povo e não a quem sequestrou o país.
Portanto, imperioso que você fique atento e não se deixe seduzir por essas narrativas, pois, na verdade, a queda de Maduro foi a captura de um facínora de alta periculosidade e um grito incontido de liberdade de um povo aprisionado por mais de duas décadas.

Trump, personagem fundamental neste episódio (artigo em falta em diversas partes do mundo), teve a coragem de agir para ajudar a libertar o povo venezuelano, devolvendo-lhe a soberania.

Por derradeiro, relembre-se que, após a eleição avassaladora de Trump, foi dito que ventos soprariam do norte para o sul, trazendo a suavidade da liberdade.

Brasília, 03 de janeiro de 2026.

Acilino de Almeida Neto
Advogado

Alberto Jorge Ribeiro Leite
Advogado

Amilton Figueiredo
Administrador

André Gomes
Advogado

Cristiano Caiado de Acioli
Advogado

Delar Roberto Stecanela Savi
Advogado

Dulce Teresinha Barros Mendes de Morais
Advogada

Dulcimar Barreira Costa Cabral
Advogada

Fátima Bispo
Advogada

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João Carlos Lossio
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Milton Gonçalves é jornalista e editor chefe do portal edibrasilia.com.br

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